Transplante de Córnea à Laser

Você sabia que já é possível fazer a cirurgia de transplante de córnea a laser?

Um novo tipo de laser chamado laser femtosecond (ou laser de femtosegundo) vem revolucionando algumas cirurgias oftalmológicas, especialmente a de transplante de córnea, a cirurgia refrativa (cirurgia de miopia), a cirurgia de implante do anel de ferrara e a cirurgia de catarata.

Transplante de Córnea a Laser | Dr. Marcelo Vilar

Qual a diferença do transplante de córnea a laser do transplante de córnea convencional (ou manual)?

No transplante de córnea convencional, tanto a córnea doadora quanto a córnea do olho do paciente (córnea receptora) são cortadas manualmente com lâminas de metal, um instrumento chamado trépano.

Transplante de Córnea | Dr. Marcelo Vilar

Trépano para transplante de córnea manual

Já com o laser de femtosecond, o corte das 2 córneas (a receptora e a doadora) são feitas com o laser. Ou seja, substitui-se a lâmina do trépano pelo laser.

Trépano para transplante de córnea manual | Dr. Marcelo Vilar

Laser de femtosecond contando a córnea

Embora as lâminas do trépano sejam bem afiadas e os cortes em geral sejam bem feitos, o corte feito pelo laser é bem mais preciso. Além disso, o laser permite que o cirurgião faça cortes de formas variadas nas córneas, aumentando a área de contato entre elas e com isso dando maior estabilidade a cirurgia.

Transplante de córnea com Laser X transplante de córnea manual (convencional)

Existem algumas vantagens na realização do transplante de córnea com laser:

– A cirurgia é mais rápida: com o preparo da córnea com o laser ao invés da lâmina do trépano, a duração da cirurgia é menor e isso pode resultar em menor chance de infecções hospitalares
– Utiliza-se menos pontos: com o laser de femtosecond, a quantidade de pontos também pode ser menor. Na técnica convencional normalmente usamos 16 ou 24 pontos e na técnica com intralase, pode-se usar até 8 pontos somente. Esses pontos também podem ser retirados antes do que o normal
– O astigmatismo depois da cirurgia costuma ser menor: Com o corte mais preciso, uma aderência maior entre as córneas e uma menor quantidade de pontos utilizada, o astigmatismo depois da cirurgia costuma ser menor na técnica a laser
– Maior aderência entre as córneas doada e receptora e com isso maior resistência a traumas. O laser femtosecond permite que o cirurgião corte a córnea de formas diferentes da convencional, o que aumenta a segurança e estabilidade da córnea no pós-operatório.

Transplante de Córnea a Laser - femtosecond | Dr. Marcelo Vilar

Formas variadas em que a córnea pode ser cortada com o laser.

Quem pode fazer o  transplante de córnea a laser?

Qualquer pessoa com indicação de transplante de córnea pode usar a técnica a laser, ou seja, pessoas com ceratocone, degeneração marginal pelúcida, ectasia pós lasik, distrofia de fuchs, ceratopatia bolhosa, opacidade de córnea dentre outras causas.

Qual a melhor opção: fazer o transplante de córnea com laser ou transplante de córnea manual?

Apesar de todos os benefícios relatados acima, um cirurgião experiente, usando uma córnea boa (bem preparada pelo banco de olhos) é capaz de fazer uma cirurgia convencional tão boa quanto um laser. No entanto, o uso do laser de femtosecond traz muitas vantagens e com o aprimoramento dos aparelhos e dos cirurgiões, não temos dúvida que essa técnica de transplante de córnea a laser vai aposentar as técnicas manuais dentro de alguns anos.

Quanto custa o transplante de córnea a laser?

O grande problema de fazer o transplante de córnea a laser (com o femtosecond) é o custo. Os aparelhos são muito caros, a tecnologia é nova, são poucos os hospitais que tem esse aparelho no Brasil, poucos médicos estão habilitados a operar com esse equipamento…  Isso tudo acarreta um custo elevado.

Agende sua consulta com o oftalmologista Dr. Marcelo Vilar, que atua em Curitiba. Ligue para o telefone (41)3310-4225 ou fale conosco pelo WhatsApp (41)99616-9915.

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A primavera requer alguns cuidados com a saúde ocular

A primavera requer alguns cuidados com a saúde ocular

De todas as épocas do ano, com certeza a primavera é a que mais gera reclamações para as pessoas que costumam ter alergias respiratórias ou oculares. Agora que a primavera começou oficialmente, separamos algumas dicas para lidar com a estação e com o que causa as irritações da primavera: o pólen.
No período em que as flores se abrem, elas também emitem o pólen, um conjunto de minúsculos grãos que funcionam como seu elemento reprodutor. A grande quantidade de pólen no ar acaba causando coceira e irritação em muitas pessoas.
Durante este período do ano recebemos muitos pacientes no consultório do Dr. Marcelo Vilar apresentando queixas de alergias, coceiras excessivas nos olhos e diversos outros sintomas que indicam que é a estação do ano que acaba provocando desconforto.
Por isso, resolvemos separar alguns cuidados importantes para adotar antes, durante e depois da primavera para manter a saúde ocular sempre em dia. Confira!

#1 – Não coce os olhos

Por mais que muitas vezes pareça completamente impossível não coçar os olhos, este ato nunca é benéfico para a saúde ocular. A estrutura dos olhos é sensível e delicada, e a pressão exercida no local pode causar lesões como um ceratocone – doença que deforma a córnea em formato de cone –, podendo até mesmo levar à necessidade de transplante de córnea.
Friccionar os olhos pode inclusive fazer o efeito inverso e acabar aumentando a coceira, lesionando a córnea.

#2 – Foque na prevenção

O ponto chave para os alérgicos é prevenir antes mesmo do problema se manifestar. Nossa recomendação é que se use colírios lubrificantes para que o alérgeno seja diluído e não cause tanta irritação nos olhos. Mesmo o colírio para lubrificar os olhos precisa ser receitado por um oftalmologista especialista, para que não haja problemas na sua saúde ocular.
Caso mesmo assim os sinais de alergia se iniciem, é essencial realizar uma nova consulta com o oftalmologista, procurando por tratamentos da irritação, com colírios antialérgicos e não apenas com a prevenção.

#3 – Tratamentos alternativos

Em casos de alergias e incômodos na saúde ocular, é possível realizar compressas com água gelada ou soro fisiológico também gelado para aliviar as crises. Essas compressas devem ser feitas sobre as pálpebras dos olhos, e nunca se deve deixar entrar os líquidos dentro dos olhos, pois podem ter microrganismos e causar infecção nos olhos, piorando a saúde ocular.

#4 – Higienização dos olhos

Um dos pontos mais subestimados pelas pessoas tende a ser a higienização dos olhos. É muito importante manter os olhos limpos, limpando os cílios. Para isso lave a área dos olhos com sabonete neutro. Evite ao máximo dormir de maquiagem ou sem lavar o rosto, para não maximizar os riscos de infecções e irritações dos olhos.

#5 – Preste atenção na conjuntivite alérgica

Conjuntivites alérgicas são muito comuns nessa época do ano, e possuem sintomas muito parecidos com as conjuntivites bacterianas e virais, com olhos avermelhados, com secreção e coceira. Caso apresente esses sintomas, procure um oftalmologista para tratar a doença, mas fique calmo! Este tipo de conjuntivite não é transmissível.

# 6 – De olho em quem mais precisa

Idosos e crianças são mais suscetíveis às alergias por terem o sistema imunológico mais frágil. Pessoas que possuem rinite, bronquite e asma também devem estar mais atentas por serem mais propensas a apresentar alergia ocular.
Todas as pessoas que se encontrem nesses grupos devem evitar o contato direto com flores, para poupar a saúde ocular e ter cuidados extras quando se tratar de sua saúde.

Em qualquer caso de irritação é necessário que seja procurado um oftalmologista de sua confiança para realizar o diagnóstico e para que o tratamento seja encaminhado da melhor maneira possível.

Se previna. Agende já sua consulta com o especialista Dr. Marcelo Vilar e coloque sua saúde ocular em primeiro lugar. Ligue para os telefones (41) 3310-4225, (41) 3310-4202, (41) 3310-4277 ou fale conosco pelo WhatsApp (41) 99616-9915 e agende sua consulta.

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Crosslinking: cirurgia e técnicas

Crosslinking: cirurgia e técnicas

Os questionamentos sobre o que é e para que serve o crosslinking não são poucos. Afinal, não é um nome que permite uma dedução simples e não dá pistas nem mesmo sobre que área de conhecimento se trata e nem como a técnica é realizada.
Muitos pacientes chegam no consultório do Dr. Marcelo Vilar sem entender nem mesmo sobre o que é o ceratocone – doença que pode ser tratada pelo crosslinking. Compreender o tratamento de algo que nem se conhece é natural, e no caso do ceratocone, quando um paciente pesquisa pelos possíveis tratamentos, com diversos nomes difíceis, é possível que não entenda do que se trata cada um dos procedimentos.
Para auxiliar nesse processo de conhecimento, nós da equipe do Dr. Marcelo Vilar produzimos este conteúdo para levar informações sobre o Crosslinking de maneira que você entenda com mais facilidade. Confira nosso conteúdo!

O tratamento para o ceratocone

O ceratocone é uma doença que normalmente atinge os dois olhos, não necessariamente da mesma maneira e faz uma mutação no formato da córnea, a deixando como uma espécie de cone.
Para esta doença existem vários tipos de tratamento, desde óculos e lentes de contato rígidas em casos mais leves, ou o uso da técnica de crosslinking e de anel intra-estromal em casos leves ou moderados, ou, em casos muito avançados, o transplante de córnea.
Todos os tratamentos buscam reestabelecer o formato natural da córnea, para que a mutação não atrapalhe a visão do paciente. E a escolha do tratamento adequado depende diretamente do diagnóstico e indicação de um oftalmologista especialista.

O que é o crosslinking

O crosslinking é um método cirúrgico para tratamento do ceratocone. Foi desenvolvido para aumentar a resistência corneana, com o principal objetivo de minimizar a progressão da doença, retardar e até evitar um futuro transplante de córnea.
O tratamento foi idealizado em 1990, na Alemanha, e foi internacionalmente denominado de CXL (Corneal Cross-Link). No crosslinking o procedimento ocorre após a aplicação de um colírio anestésico no olho. Na segunda etapa, é aplicado outro colírio nos olhos, a riboflavina (vitamina B2) e ainda com o líquido nos olhos é aplicado uma luz UV-A por cerca de 30 minutos.
Esse processo é utilizado para fortalecer e aumentar a rigidez da estrutura corneana, impedindo que a curvatura causada pelo ceratocone avance. A riboflavina em conjunto com a radiação ultravioleta fortalece as fibras de colágeno, que são as pontes de sustentação da córnea.
Esta técnica é minimamente invasiva, e tem duração de aproximadamente uma hora. O paciente pode ser dispensado imediatamente, sem necessidade de jejum ou internação.

Indicações para crosslinking

Este tipo de tratamento é indicado principalmente em casos em que o ceratocone está em seus estágios iniciais, em pacientes mais jovens, período onde normalmente começa a se desenvolver a doença. Pessoas que ainda estão no processo de progressão do ceratocone são as mais beneficiadas com o crosslinking, porém, os últimos estudos têm comprovado a existência de benefícios também em estágios avançados de ceratocone.
Estima-se que mais de 500 mil pacientes já se beneficiaram com o tratamento pelo crosslinking no mundo. Após o procedimento, diversos pacientes conseguem manter o estágio do seu ceratocone ainda no início, evitando sua evolução, e consequentemente, poupando a necessidade de realizar o transplante de córnea.

Pós-procedimento do crosslinking

O procedimento em si é muito rápido, e é possível que os pacientes que realizem o tratamento de crosslinking voltem às atividades normais de seu dia a dia com rapidez. Os riscos de complicações em procedimentos de crosslinking são mínimos, mas mesmo assim podem ocorrer.
Irritação nos olhos, vermelhidão ocular e lacrimejamento são alguns sintomas temporários que podem aparecer e são completamente normais. É importante que você sempre lembre que coçar o olho não é nada indicado, em nenhuma situação, ainda mais após um procedimento nos olhos.
Encontrar um oftalmologista especialista e em quem você confia é essencial e auxilia muito no processo de realização dos procedimentos da saúde ocular. O Dr. Marcelo Vilar possui muita experiência no tratamento de ceratocone com crosslinking e até em outros tratamentos como anel de ferrara e transplante de córnea.

Cuide da saúde de seus olhos, mantenha sua rotina de consultas com o oftalmologista em dia e fique atento a qualquer sinal diferente do normal em seus olhos. A melhor maneira de evitar doenças oculares e complicações desnecessárias é sempre consultar com especialistas de sua confiança.

O Dr. Marcelo Vilar é um médico especialista na saúde dos olhos, auxiliando diversos pacientes a deixar seus olhos em perfeito estado, realizando os tratamentos necessários para que cada paciente enxergue a vida como deve.
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Ceratocone: como reconhecer os primeiros sintomas

Ceratocone: como reconhecer os primeiros sintomas

Muitos pacientes ao receber o diagnóstico de que possuem ceratocone não entendem ao certo o que significa, o que é a doença e o que podem fazer em relação ao seu quadro. O ceratocone é um distúrbio ocular onde o formato da córnea é modificado, resultando em um abaulamento da córnea, a deixando com forma semelhante a um cone.
Entender os detalhes da doença ocular é importante para o tratamento, mas quando se trata da prevenção, é necessário também entender quais são os principais sintomas do ceratocone.
A equipe do Dr. Marcelo Vilar decidiu escrever este material a fim de auxiliar o entendimento sobre o ceratocone e ajudar na prevenção da doença. Confira a seguir nosso conteúdo e entenda como identificar os sintomas!

O ceratocone

A doença que altera o formato da córnea acomete em 90% dos casos os dois olhos, mas não necessariamente com a mesma intensidade em ambos. O ceratocone é uma doença relativamente rara, que segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia ocorre em uma variação de 4 a 600 casos a cada 100.000 indivíduos.
Geralmente o ceratocone surge em adolescentes ou jovens adultos e progride até os 35 a 40 anos de idade. Após esse período, normalmente a doença tende a permanecer estável. Suas causas não são totalmente determinadas, porém, existem associações à processos alérgicos, ao hábito de coçar os olhos constantemente e também à fatores genéticos.

Sintomas do ceratocone

Os sintomas do ceratocone variam de paciente para paciente, porém, o principal deles é a visão borrada e distorcida, tanto para longe quanto para perto. Alguns pacientes relatam problemas como a visão dupla (chamada de diplopia), ou a poli visão (poliopia), onde há a percepção de várias imagens de um mesmo objeto. Enxergar halos em torno das luzes ou apresentar coceira ou fotofobia (sensibilidade excessiva à luz) também sintomas frequentes em casos de ceratocone.
Pacientes que apresentem processos alérgicos frequentes devem observar com mais cuidado a saúde de seus olhos, afinal, coçar os olhos em excessividade é uma das causas da doença.
Se houver algum caso de ceratocone na família, é importante se manter ainda mais alerta para qualquer sinal da doença. Procure manter consultas regulares ao oftalmologista para evitar qualquer tipo de problema.
O ceratocone geralmente dificulta tanto a visão de perto quanto a visão de longe, gerando problemas para os pacientes. Pessoas que apresentam mudança de grau frequente também precisam estar alertas para entender qual é a causa da instabilidade de grau.

Sinais observados pelo oftalmologista

Durante a consulta, o oftalmologista responsável deve examinar os olhos, entender o grau do erro refrativo presente, e fazer exames para analisar a curvatura da córnea, a pressão corneana e muito mais.
Em casos de ceratocone normalmente os oftalmologistas podem observar reflexos em “gota de óleo” e em “tesoura”. Linhas estriadas, verticais, finas e profundas, chamadas de linhas de Vogt também podem ser um sinal da doença.
A espessura estromal reduzida e anel de Fleischer – depósitos epiteliais de ferro ao redor da base do cone e outros sinais também podem ser vistos pelos oftalmologistas no momento da consulta quando o paciente já apresenta o ceratocone.

Em qualquer caso de desconforto visual, ou ao sinal de qualquer um dos sintomas indicados aqui é essencial o contato imediato com um oftalmologista para garantir a saúde dos seus olhos. O Dr. Marcelo Vilar é especialista em casos de ceratocone e é capaz de oferece um tratamento adequado e eficiente, com equipamentos de alta tecnologia para resolver a doença.
Investir em bons profissionais e que possam de fato auxiliar e manter a saúde dos seus olhos é essencial para não gerar incômodos desnecessários. Procure manter uma rotina de cuidados com os olhos, sempre realizando consultas e fazendo o que foi solicitado pelo oftalmologista.

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Lentes bifocais e multifocais X cirurgia refrativa: o que compensa mais?

Lentes bifocais e multifocais X cirurgia refrativa: o que compensa mais?

Quando o assunto são as lentes bifocais e lentes multifocais muitas pessoas têm dúvidas sobre como cada uma funciona e se elas realmente podem ser boas opções para sanar o problema de visão.
O questionamento sobre as possibilidades para resolver os erros refrativos é comum, e é natural que se levante diversas opções para encontrar a solução com maior eficiência. Aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar, muitos pacientes chegam com o questionamento de qual seria o melhor tratamento para seu caso.
Para auxiliar nesse processo de consideração entre lentes bifocais, lentes multifocais e cirurgia refrativa, a equipe do Dr. Marcelo Vilar desenvolveu este material. Aqui você vai encontrar informações sobre cada um dos tratamentos citados e como cada um pode solucionar seu problema de presbiopia. Confira!

A presbiopia

Também conhecida como vista cansada, a presbiopia geralmente ocorre pelo avanço da idade, em pessoas acima de 40 anos. É possível também que o problema ocorra devido ao uso não saudável de computadores e celulares.
A presbiopia é um erro refracional que acontece pela perda natural e progressiva da capacidade do olho em focalizar objetos. A doença combina a dificuldade de enxergar de perto e de longe, podendo ser tratada com o uso de lentes que tenham campo de visão para os dois problemas ou então com a cirurgia refrativa.

As lentes bifocais

As lentes bifocais possuem apenas dois pontos focais, para longe e para perto, geralmente apresentando uma clara divisória de transição do grau. Normalmente pessoas que optam por este tipo de lente acabam tendo de movimentar bastante ou o objeto que está tentando focar a visão ou então inclinando a cabeça para ajustar os olhos ao campo correto.
Apesar de ser o tratamento com menor custo entre eles, muitas pessoas reclamam sobre o período de adaptação de óculos que possuem lentes bifocais, o que se dá devido à divisão mais seca que este tipo de lente possui.

Lentes multifocais

Diferentemente das lentes bifocais, como o próprio nome diz, as lentes multifocais possuem mais focos. Neste tipo de lente a transição dos graus para perto e para longe é feita de maneira gradual, possuindo um campo de visão para perto, um intermediário e um para longe.
Estas lentes utilizam uma tecnologia mais avançada, e é possível maior personalização de acordo com cada caso. As diferenças fazem com que os pacientes se adaptem melhor do que no caso de lentes bifocais, porém o preço das lentes multifocais é mais elevado.

Cirurgia refrativa para presbiopia

Casos de presbiopia, assim como os de miopia, hipermetropia e astigmatismo podem ser tratados com a cirurgia refrativa. Apesar do que muitos pensam, a cirurgia refrativa não é demorada e nem dolorida, inclusive é um facilitador para que os pacientes não dependam dos óculos pelo resto da vida.
Na cirurgia refrativa, o paciente em conjunto com o oftalmologista pode optar por corrigir a visão para longe, sendo necessário apenas óculos de leitura para perto, ou então a correção para uma visão satisfatória tanto para perto como para longe.
O procedimento necessita de exames pré-operatórios, e pode ser realizado pelo Dr. Marcelo Vilar com duas técnicas de alta tecnologia: o LASIK e o PRK. Com muita experiência na área, e superespecialista em cirurgia refrativa, Dr. Marcelo Vilar é uma ótima opção para realizar cirurgias refrativas.

Custo benefício de cada tratamento

Quando se trata do custo de cada tratamento, muitas pessoas ficam em dúvida sobre qual opção será a mais benéfica para sua saúde ocular e também qual se encaixa melhor em seu orçamento.
Como dissemos acima, as lentes bifocais são as que apresentam menor preço. E em geral, o custo unitário das lentes é menor do que da cirurgia refrativa. Porém, é preciso analisar mais do que apenas o custo, é preciso entender os benefícios.
Para as lentes bifocais e multifocais, o avanço da presbiopia significa uma troca constante do grau, o que acaba gerando um custo elevado, e claro, sem solucionar o real problema: o erro refrativo. Já a cirurgia refrativa é diferente, ela oferece uma solução duradoura do problema.
A adaptação a cada tratamento também é variada. Apresentando maior dificuldade nos casos das lentes bifocais, uma adversidade média com as lentes multifocais e uma adaptação mais tranquila com a cirurgia refrativa. O período pós-operatório causa apenas um pequeno incômodo nos olhos, e é necessário ficar sem atividades físicas durante 2 ou 3 dias, porém, atividades normais do dia a dia, como assistir televisão, usar computador e outros, podem ser retomadas imediatamente.

Você possui mais dúvidas sobre lentes bifocais, multifocais ou cirurgia refrativa? Mande suas perguntas pelas redes sociais! Agende já sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar e cuide da saúde de seus olhos. Ligue para os telefones (41)3310-4225, (41)3310-4202, (41)3310-4277 ou agende pelo WhatsApp (41)99616-9915.

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Cirurgia de catarata: principais dúvidas respondidas

Cirurgia de catarata: principais dúvidas respondidas

A catarata é um problema recorrente e muito comum em pessoas mais velhas. A doença atinge 17% das pessoas com até 65 anos e 47% dos que têm entre 65 e 74 anos. Dados do Ministério da Saúde revelam que por ano no Brasil são realizadas mais de 450 mil cirurgias de catarata.

A doença causa a opacidade da lente natural do olho, chamada de cristalino. A causa mais comum de catarata é pelo envelhecimento natural, a chamada catarata senil. Outros dois tipos de catarata também existem: a congênita, quando a doença é desenvolvida já nos primeiros meses de vida e a secundária, causada por alterações metabólicas geradas por doenças ou uso excessivo de medicamentos.

Apesar da grande ocorrência da doença ocular, muitas pessoas possuem dúvidas sobre as características da catarata, quais são os procedimentos possíveis e qual o andamento passo a passo do tratamento.

Aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar recebemos muitas dúvidas sobre o tema e juntamos algumas mais comuns para te ajudar a entender mais sobre a catarata. Confira:

1 – Como tratar a catarata?

O único tratamento eficiente para catarata é a cirurgia, onde o cristalino é substituído por uma lente intraocular, em um procedimento rápido e indolor, com recuperação tranquila e com baixo potencial de complicações.

2 – A partir de qual idade surge a catarata? Quais são os principais sintomas?

A idade em que a catarata surge depende diretamente do tipo da doença que o paciente apresenta. No caso da catarata senil – a mais comum – normalmente atinge pessoas acima de 50 anos, pelo desgaste natural do cristalino.

Os sintomas são variáveis, porém, existem alguns que aparecem com maior frequência como queixas de que a visão está diminuindo progressivamente para longe e que os objetos parecem mais nebulosos ou amarelados. Normalmente existe uma grande reclamação de que os óculos já não estão fazendo efeito.

3 – Qual o momento ideal para realizar a cirurgia de catarata?

Apesar de normalmente a cirurgia de catarata não ser um procedimento urgente e de não existir uma idade ideal para a sua realização, todos os pacientes do Dr. Marcelo Vilar são instruídos a realizar o mais rápido possível. Conforme o tempo passa a catarata fica mais densa, o que acaba por dificultar o procedimento e aumentar a possibilidade de complicações, por isso, quanto antes, melhor.

4 – Alguma doença impede que a cirurgia de catarata seja realizada?

Sim. Algumas doenças como diabetes, hipertensão arterial e outras doenças que estejam sem controle podem impedir temporariamente o procedimento. É preciso estabilizar e controlar a doença antes de realizar a cirurgia de catarata.

Casos de infecções oculares ativas ou blefarite intensa também precisam ser tratadas antes do procedimento, assim a segurança da cirurgia não fica comprometida e você obtém o melhor resultado possível.

5 – A cirurgia de catarata realmente pode corrigir outros problemas como a miopia?

Pode. Durante o procedimento é possível corrigir erros de refração do paciente ao escolher a lente intraocular ideal para ser implantada. Casos de miopia, hipermetropia e astigmatismo podem ser corrigidos já na cirurgia de catarata, libertando os pacientes do uso dos óculos.

Nestes casos, a escolha da lente ideal para cada paciente é realizada durante os exames pré-operatórios solicitados pelo Dr. Marcelo Vilar para qualquer procedimento cirúrgico. Desta maneira é analisado cada caso com cuidado para escolher a opção que mais se adapta com as necessidades de cada paciente.

6 – É possível que a catarata volte depois da cirurgia?

A catarata não volta depois da cirurgia. Porém, como já falamos aqui antes, a área da saúde não é totalmente controlável, tudo depende muito do organismo de cada paciente. Por isso, dependendo da cicatrização da pessoa, pode ocorrer uma opacidade da cápsula posterior, que fica atrás da lente intraocular implantada no procedimento.

Nestes casos é realizado um procedimento conhecido como “limpeza de lente”, chamado de capsulotomia, que é indolor e pode até mesmo ser realizado no consultório.

7 – Precisa utilizar óculos depois da cirurgia de catarata?

Varia de caso para caso. É possível que seja necessário o uso de óculos se houver restado algum grau residual que o paciente tinha antes do procedimento, dependendo da lente intraocular que foi implantada.

Se for uma lente simples monofocal, os óculos de leitura para perto ou para o computador costumam ser necessários. Tudo dependerá das lentes escolhidas de acordo com os exames pré-operatórios solicitados pelo Dr. Marcelo Vilar para gerar o melhor resultado para você.

8 – Tem como operar os dois olhos de uma vez só?

Aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar nós não indicamos que sejam realizados de uma única vez, mas sim com pelo menos 48 horas de intervalo entre um procedimento e outro. Assim a recuperação se torna mais fácil.

9 – Como é feita a cirurgia de catarata?

A cirurgia de catarata é realizada sob anestesia local, o que permite que o paciente retorne ao seu domicílio logo após o término da cirurgia. O Dr. Marcelo Vilar alia seu conhecimento ao uso de máquinas de alta tecnologia, aumentando a precisão do procedimento, o tornando menos invasivo e com menos chance de erros.

Utilizando o laser Femtosegundo são realizados os cortes necessários para retirar a catarata. Esta remoção normalmente acontece com uma técnica que utiliza uma ponta com vibração ultrassônica que fragmenta e aspira os tecidos embaçados. Após isso é colocada a lente intraocular no lugar.

10 – Quanto tempo demora a cirurgia de catarata?

Normalmente as cirurgias realizadas pelo Dr. Marcelo Vilar duram aproximadamente 7 minutos. Desde o internamento até os cuidados pós-cirúrgicos, o tempo máximo de permanência do paciente é de 2 a 3 horas.

11 – Como funciona a recuperação da cirurgia de catarata?

No dia seguinte à cirurgia a visão para longe já é melhor do que antes do procedimento e a visão tende a melhorar ao longo dos dias seguintes. Quanto à volta para as atividades, é necessário se poupar de muito esforço físico, evitar piscina ou mar nos primeiros dias e também procurar não coçar e apertar os olhos.

Essas são as perguntas que mais recebemos sobre a cirurgia de catarata aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar. Caso você tenha outras dúvidas, acesse nossa FAQ, ou fale com a gente!

Se sentir seguro com o procedimento é essencial para seu bem-estar e até para o resultado da cirurgia. Aproveite sempre as consultas para tirar suas dúvidas e não hesite em perguntar. Agende seu horário com o Dr. Marcelo Vilar pelos telefones (41) 3310-4225, (41) 3310-4202, (41) 3310-5277 ou pelo WhatsApp (41) 99616-9915. É de Curitiba? Nos visite no endereço: Rua Coronel Dulcídio, 199 – 5º Andar, no bairro Batel.