Marcelo Alves Vilar de Siqueira - Doctoralia.com.br
As maiores dúvidas sobre o ceratocone.

As maiores dúvidas sobre o ceratocone.

Quem acompanha o conteúdo deste blog já ouviu falar muito sobre ceratocone [marcar post]. Nesta patologia, a curvatura da córnea é modificada, provocando uma perda de qualidade visual significativa. Na Clínica de Olhos de Curitiba, onde o Dr. Marcelo Vilar atende seus pacientes, são realizados três tipos de tratamento cirúrgico para correção do problema diagnosticado: crosslinking, implante de Anel de Ferrara e transplante de córnea.

Diferentemente de outras doenças oftalmológicas mais “populares” como a catarata ou o olho seco, o ceratone ainda desperta uma série de indagações, dúvidas e questionamentos. Hoje, vamos matar a sua curiosidade e desvendar as maiores dúvidas sobre esta enfermidade.

O que é ceratocone?

O ceratocone é uma doença não-inflamatória, bilateral e progressiva que afeta a curvatura da córnea e dificulta a função visual do paciente. Se não diagnosticada corretamente, pode ser confundida com astigmatismo irregular. Suas causas não foram desvendadas, mas é certo que fatores congênitos influenciam o seu aparecimento, assim como o hábito de coçar os olhos. Portanto, em caso de coceira frequente, evite esse procedimento e marque sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar.

O ceratocone pode me deixar cego?

É incomum, mas o ceratocone pode cegar uma pessoa. Isso só acontece nos casos em que a condição chegou a um ponto muito avançado sem nenhum acompanhamento médico. Em geral, a evolução não leva à cegueira completa, mas sim à chamada “cegueira legal”. Ela se caracteriza pela necessidade de uma pessoa ter assistência especial causada por deficiência visual. Existe uma taxa que mede a acuidade da visão e, no Brasil, o limite deste tipo de cegueira é 20/200.

Com o devido tratamento, o ceratocone não é causador de perda da visão. De modo geral, a doença aparece na adolescência e evolui até a pessoa completar 40 anos, quando tende à estabilização em um mesmo patamar. Portanto, o recomendado é o diagnóstico precoce do ceratocone. Quanto antes for confirmada a condição, maior a tendência de uma solução menos invasiva. Para os casos próximos à “cegueira legal”, apenas o transplante de córnea pode solucionar o problema.

Astigmatismo piora o quadro do ceratocone?

Essa pergunta ocorre com frequência aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar e o mais importante é entender que, na verdade, tratam-se de doenças diferentes. Como os sintomas são parecidos (visão borrada e distorcida, coceira no olho), muita gente acaba confundindo e pensando que uma enfermidade pode ter relação com a outra.

Pra deixar mais claro: o astigmatismo é uma refração da córnea ou do cristalino, onde um eixo fica mais curvo que o outro, resultando em foco incorreto, visão embaçada e desfocada tanto para perto ou para longe. Já o ceratocone é hereditário, progressivo e degenerativo, afetando o formato da córnea, deixando-a com um formato de cone. É isso que afeta a visão do paciente. A ocorrência é mais comum nos jovens e o transplante pode vir a ser necessário.

Quem tem ceratocone pode usar lentes de contato?

A resposta simples é “sim”. Alguns casos de ceratocone em estágio inicial podem ser tratados apenas com o uso de óculos. Com o grau correto, a visão volta a possuir nitidez e qualidade. Claro que esta recomendação só pode ser implementada com o acompanhamento de um médico especializado.

Voltando a abordar as lentes de contato, existem dois tipos que podem ser utilizadas no tratamento do ceratocone. As lentes rígidas (gás-permeáveis) evoluíram com a tecnologia e, desde que o paciente se adapte, podem resolver a questão da nitidez com perfeição. Pra isso, precisam ser bem adaptadas através da receita correta avaliada pelo especialista. As lentes gelatinosas também podem ser utilizadas, sejam as de desenho especial preexistentes no mercado ou as produzidas com exclusividade.

O primordial em todas essas questões é confiar no seu oftalmologista. Só ele terá condições de avaliar qual será o melhor procedimento para cada fase da doença. Faça seu exame preventivo com o Dr. Marcelo Vilar, oftalmologista especialista em ceratocone em Curitiba e cuide da saúde dos seus olhos. Fale conosco pelo telefone (41) 99616-9915 e agende uma consulta 🙂

Entenda se o seu bebê pode ter catarata congênita.

Entenda se o seu bebê pode ter catarata congênita.

A gravidez é um momento especial na vida de todo casal e, especialmente, da mulher gestante. Mas também é um momento de diversas preocupações, principalmente aquelas relacionadas com a saúde do bebê.

No consultório do Dr. Marcelo Vilar, várias futuras mamães e muitos novos papais nos perguntam sobre a possibilidade do desenvolvimento da catarata em bebês recém-nascidos ou mesmo se é possível detectar este problema durante a gestação. Ainda não é possível realizar o diagnóstico antes do parto, mas logo após o nascimento, uma das primeiras características que é conferida é a opacidade do cristalino.

É consenso entre os especialistas que o momento ideal para intervir e remover cirurgicamente uma catarata congênita é entre a sexta semana de vida até os 3 meses de idade. Para isso, é recomendado que o casal faça o exame oftalmológico, também chamado de “teste do olhinho”, ainda na maternidade. Na rede pública, esse procedimento é atualmente obrigatório.

O que é a catarata congênita

Catarata congênita é uma turvação da lente natural do olho presente desde o nascimento. Dependendo do caso, sua remoção deve ser realizada por cirurgia enquanto o paciente ainda é bebê, prevenindo a possibilidade do desenvolvimento de ambliopia ou mesmo de uma cegueira. Muitas vezes, a densidade e a localização da opacidade não justificam uma intervenção cirúrgica. Como sempre repetimos neste espaço, cada caso é único e deve ser avaliado por um especialista, como o Dr. Marcelo Vilar, médico oftalmologista em Curitiba com uma bagagem de mais de 18 mil cirurgias realizadas em sua carreira.

Entenda se o seu bebê pode ter catarata congênita. | Jet Vap

Causas da catarata congênita

Existe uma grande incidência de pacientes em que o problema da catarata congênita acontece por fator genético. Mas suas causas são realmente diversas. Diabetes, reações a medicamentos, problemas metabólicos ou infecciosos durante a gestação, tudo isso pode servir para desencadear o problema na criança.

A catarata congênita também possui maiores chances de acometer o bebê quando a mãe sofre das seguintes doenças durante a gravidez: sífilis, herpes zoster ou simplex, varicela, sarampo, poliomielite, gripe, vírus Eppstein-Barr, toxoplasmose e, a causa mais comum, rubéola. Também alguns antibióticos usados no tratamento de gestantes foram identificados como fatores de causa da catarata congênita, como a tetraciclina, por exemplo.

Tipos de catarata congênita

A catarata congênita pode aparecer apenas no olho direito ou no esquerdo, mas geralmente (64% dos casos) ocorre em ambos os olhos.

Catarata cercúlea: identificadas por pequenos pontos azulados que aparecem na lente do olho. De origem genética, normalmente não provocam problemas para a visão.

Catarata nuclear: a mais comum, aparece no centro da lente ocular.

Catarata polar posterior: aparece na parte posterior da lente do olho e apresenta opacidade bem definida.

Catarata polar inferior: aparece na parte frontal da lente do olho e apresenta opacidade bem definida.</.

Tratamentos da catarata congênita

O tratamento da catarata congênita é sua remoção via cirurgia. É muito importante conversar com o seu oftalmologista para tirar qualquer dúvida que você tenha antes de seguir com o procedimento no seu bebê. Após a retirada de toda a catarata, pode ser implantada uma lente intraocular, que pode ser dobrável ou não-dobrável.

A inserção de lentes intraoculares, uso de óculos ou lentes de contato são indispensáveis para a correção da visão após a cirurgia de catarata. Caso contrário, a criança terá a sua visão comprometida e, consequentemente, também o seu desenvolvimento. A melhor opção entre as três apresentadas depende muito do caso específico e da idade da criança. Mais uma vez, a definição depende do consenso entre os pais e o especialista.

Nós da equipe do Dr. Marcelo Vilar desejamos um gestação cheia de saúde para você, mamãe, e o seu bebê.

Grávidas: porquê o grau altera durante a gestação

Grávidas: porquê o grau altera durante a gestação

A gestação é um período repleto de novidades para a gestante. Todo o corpo se altera no processo gestacional e vários detalhes que sempre foram iguais durante toda a vida, começam a se modificar.

Mudanças físicas e emocionais são basicamente inevitáveis, mas algumas grávidas estão sujeitas também às mudanças oculares que este período pode trazer consigo. Não é uma regra que ocorram alterações, mas a quantidade de hormônios presente no período gestacional pode provocar olho seco, visão embaçada e até mesmo aumento ou diminuição do grau da lente.

Muitas pacientes procuram o consultório do Dr. Marcelo Vilar não só durante o período gestacional, mas também antes, para se planejar para a gravidez. Em geral, não há muito com o que se preocupar com relação às mudanças nesse período, mas é sempre bom manter o contato com um oftalmologista, para garantir que a saúde ocular das gestantes fique em dia.

Nossa equipe, em conjunto com o Dr. Marcelo Vilar separou algumas questões que normalmente causam dúvidas, com respostas simples e rápidas, para que você se prepare para esse período sem nenhum medo.

Mudanças hormonais na gestação

Todos os incômodos que surgem nesse período, acontecem na verdade pela alta concentração de hormônios femininos no organismo da mulher e também pelo aumento do volume de sangue que circula nesse período.

Essas alterações mexem muito com o humor das mulheres, a sua disposição no dia a dia e até na saúde ocular, pode ocorrer aumento ou diminuição do grau dos óculos, olhos mais secos ou até mesmo outras características.

Na maioria das vezes essas manifestações são próprias do período gestacional e acabam junto com a gestação. Já em algumas mulheres pode ser que esses sintomas passem completamente despercebidos.

Olho seco na gravidez

Muitas mulheres podem sentir os olhos mais secos durante a gravidez, o que é normal devido à concentração de estrógeno. Leves ardores ou sensações de que existem corpos estranhos nos olhos também podem acontecer.

Maior lacrimejamento e sensibilidade à luz podem ocorrer devido à falta de lubrificação da córnea.

Nesses casos, é preciso cuidar para não permanecer durante muito tempo em locais com ar condicionado e também consultar um oftalmologista para indicar um colírio apropriado para que os olhos não ressequem com tanto intensidade.

Lentes de contato na gravidez

As gestantes podem utilizar lentes de contato normalmente. Porém devido ao aumento natural da espessura e curvatura da córnea neste período, é possível que haja um certo desconforto.

Visão embaçada, perda de nitidez, dificuldade para ler e dirigir e dor de cabeça podem ser indícios de variação do grau da lente. Nós indicamos que a gestante aguarde o nascimento do bebê para se consultar, pois, diversas vezes é apenas um período transitório de mudança no grau. Mas, caso o problema persista e cause dores de cabeça fortes e enjoos, indicamos que marque uma consulta com o Dr. Marcelo Vilar.

Saúde dos olhos na gravidez | Dr. Marcelo Vilar

Miopia na gravidez

Devido ao que falamos anteriormente, é possível que a miopia se agrave durante o período gestacional, assim como o astigmatismo também pode sofrer alterações. No mesmo caso como o anterior, não recomendamos que haja a troca de grau no período gestacional, a menos que o incômodo seja muito grande.

Cirurgias refrativas na gestação

Não se deve fazer cirurgias refrativas durante a gestação. Como o grau é alterado em função dos hormônios, é recomendado aguardar o fim da gestação para que o resultado do procedimento fique correto de acordo com sua necessidade.

Pontos brilhantes na visão: é preciso se preocupar?

Neste caso é necessário manter seu médico informado, pois este é um dos sintomas da pré-eclâmpsia, quadro de hipertensão arterial durante a gestação.

Flashes de luz e as chamadas moscas volantes – pequenas manchas que se movimento no campo de visão – também podem estar presentes nesse período e também podem ser sintomas de pré-eclâmpsia. Por isso, é necessário dar a devida atenção aos sintomas e manter suas consultas todas em dia.

Gestantes diabéticas têm mais problemas de visão?

As situações pelas quais mulheres diabéticas podem passar durante a gestação com relação à saúde ocular depende muito do acompanhamento médico que ela terá. Manter as consultas em dia e fazer exame de fundo de olho é importante, além de evitar o açúcar.

Gestantes diabéticas precisam tomar cuidado dobrado, pois, caso não seja acompanhado o quadro e nenhuma precaução seja tomada, é possível que haja perda parcial ou total da visão. Mas não se assuste! Basta ter acompanhamento de um oftalmologista especialista como o Dr. Marcelo Vilar para manter sua saúde ocular em dia e não correr nenhum risco desnecessário.

Ceratocone e glaucoma antes da gestação

Em mulheres que já apresentam problemas de ceratocone ou glaucoma, é importante que se procure um oftalmologista antes mesmo de engravidar, para minimizar eventuais complicações.

A alta retenção de líquido durante a gravidez pode agravar o ceratocone e o uso indiscriminado de colírios também pode ser prejudicial ao feto. Por isso, procure seu oftalmologista e se mantenha saudável.

Desconfortos após a gestação

Em geral, muitas das alterações que ocorreram durante o período gestacional regridem um ou dois meses após o parto. Depois desse período, é importante agendar uma consulta com o oftalmologista para reavaliar seu quadro oftalmológico e ter indicação do que deve ser feito a partir de então.

Aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar atendemos gestantes que buscam manter a saúde dos olhos durante o período de gravidez. Não descuide dos seus olhos nesse momento tão importante, agende uma consulta com o Dr. Marcelo Vilar pelos telefones (41)3310-4225, (41)3310-4202, (41)3310-4277 ou fale conosco pelo WhatsApp (41)99616-9915.

É de Curitiba? Nos visite no endereço Rua Coronel Dulcídio, 199 – 5º Andar, no bairro Batel.

A primavera requer alguns cuidados com a saúde ocular

A primavera requer alguns cuidados com a saúde ocular

De todas as épocas do ano, com certeza a primavera é a que mais gera reclamações para as pessoas que costumam ter alergias respiratórias ou oculares. Agora que a primavera começou oficialmente, separamos algumas dicas para lidar com a estação e com o que causa as irritações da primavera: o pólen.
No período em que as flores se abrem, elas também emitem o pólen, um conjunto de minúsculos grãos que funcionam como seu elemento reprodutor. A grande quantidade de pólen no ar acaba causando coceira e irritação em muitas pessoas.
Durante este período do ano recebemos muitos pacientes no consultório do Dr. Marcelo Vilar apresentando queixas de alergias, coceiras excessivas nos olhos e diversos outros sintomas que indicam que é a estação do ano que acaba provocando desconforto.
Por isso, resolvemos separar alguns cuidados importantes para adotar antes, durante e depois da primavera para manter a saúde ocular sempre em dia. Confira!

#1 – Não coce os olhos

Por mais que muitas vezes pareça completamente impossível não coçar os olhos, este ato nunca é benéfico para a saúde ocular. A estrutura dos olhos é sensível e delicada, e a pressão exercida no local pode causar lesões como um ceratocone – doença que deforma a córnea em formato de cone –, podendo até mesmo levar à necessidade de transplante de córnea.
Friccionar os olhos pode inclusive fazer o efeito inverso e acabar aumentando a coceira, lesionando a córnea.

#2 – Foque na prevenção

O ponto chave para os alérgicos é prevenir antes mesmo do problema se manifestar. Nossa recomendação é que se use colírios lubrificantes para que o alérgeno seja diluído e não cause tanta irritação nos olhos. Mesmo o colírio para lubrificar os olhos precisa ser receitado por um oftalmologista especialista, para que não haja problemas na sua saúde ocular.
Caso mesmo assim os sinais de alergia se iniciem, é essencial realizar uma nova consulta com o oftalmologista, procurando por tratamentos da irritação, com colírios antialérgicos e não apenas com a prevenção.

#3 – Tratamentos alternativos

Em casos de alergias e incômodos na saúde ocular, é possível realizar compressas com água gelada ou soro fisiológico também gelado para aliviar as crises. Essas compressas devem ser feitas sobre as pálpebras dos olhos, e nunca se deve deixar entrar os líquidos dentro dos olhos, pois podem ter microrganismos e causar infecção nos olhos, piorando a saúde ocular.

#4 – Higienização dos olhos

Um dos pontos mais subestimados pelas pessoas tende a ser a higienização dos olhos. É muito importante manter os olhos limpos, limpando os cílios. Para isso lave a área dos olhos com sabonete neutro. Evite ao máximo dormir de maquiagem ou sem lavar o rosto, para não maximizar os riscos de infecções e irritações dos olhos.

#5 – Preste atenção na conjuntivite alérgica

Conjuntivites alérgicas são muito comuns nessa época do ano, e possuem sintomas muito parecidos com as conjuntivites bacterianas e virais, com olhos avermelhados, com secreção e coceira. Caso apresente esses sintomas, procure um oftalmologista para tratar a doença, mas fique calmo! Este tipo de conjuntivite não é transmissível.

# 6 – De olho em quem mais precisa

Idosos e crianças são mais suscetíveis às alergias por terem o sistema imunológico mais frágil. Pessoas que possuem rinite, bronquite e asma também devem estar mais atentas por serem mais propensas a apresentar alergia ocular.
Todas as pessoas que se encontrem nesses grupos devem evitar o contato direto com flores, para poupar a saúde ocular e ter cuidados extras quando se tratar de sua saúde.

Em qualquer caso de irritação é necessário que seja procurado um oftalmologista de sua confiança para realizar o diagnóstico e para que o tratamento seja encaminhado da melhor maneira possível.

Se previna. Agende já sua consulta com o especialista Dr. Marcelo Vilar e coloque sua saúde ocular em primeiro lugar. Ligue para os telefones (41) 3310-4225, (41) 3310-4202, (41) 3310-4277 ou fale conosco pelo WhatsApp (41) 99616-9915 e agende sua consulta.

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