Marcelo Alves Vilar de Siqueira - Doctoralia.com.br
O Anel de Ferrara é o melhor tratamento para o ceratocone?

O Anel de Ferrara é o melhor tratamento para o ceratocone?

Geralmente, quando desenvolvemos algum conteúdo aqui no blog do Dr. Marcelo Vilar, deixamos a conclusão para o final. Hoje, faremos um pouco diferente. Porque a única resposta possível para o questionamento do título é “depende”. Isso porque cada caso de ceratocone ou de qualquer outra doença oftalmológica deve ser acompanhado de perto por um especialista. Desta forma, a decisão do “tratamento ideal” será resultado de um conjunto de exames, do diagnóstico, da evolução da doença e da decisão do paciente a partir de uma exposição clara e objetiva do médico a respeito de suas opções.

Portanto, o que propomos no blog desta semana é ajudar você a compreender melhor como essa doença evolui, relacionar os sintomas e tratamentos possíveis, além de explicar com mais profundidade o implante de anel intra-estromal de córnea, a cirurgia mais conhecida como Anel de Ferrara. Confira:

Estou com a vista embaçada para perto e para longe. É ceratocone?

Talvez. Mas também pode ser astigmatismo. Vamos entender as diferenças agora:

Principal causador de transplante de córnea no Brasil, o ceratocone é uma doença ocular não inflamatória, bilateral e progressiva do olho, que afeta o formato e da córnea, provocando a distorção na visão. Geralmente começa por volta dos 13 anos de idade e pode progredir até os 40. Manifesta-se igualmente em ambos os sexos na proporção de 1 para 20.000 pessoas. Quanto mais cônico o formato da córnea vai se tornando, mais dificuldade o paciente apresenta para enxergar. A única causa comprovada é o fator genético. Sabe-se também que o hábito de coçar os olhos contribui para sua evolução. Sintomas em comum com outros erros refrativos, especialmente a miopia e o astigmatismo, acabam dificultando seu diagnóstico precoce.

Já o astigmatismo é um defeito óptico resultante de uma curvatura desigual da córnea, do cristalino ou do globo ocular como um todo. Sua diferença principal em relação ao ceratocone é que não apresenta uma deformação progressiva da córnea para o formato de um cone. Além disso, a cirurgia de transplante de córnea nunca é indicada aos pacientes de astigmatismo, pois suas correções podem ser efetuadas através do uso de óculos, lentes ou cirurgia corretiva a laser.

Sintomas do ceratocone

Seu sintoma principal é visão borrada e distorcida para os focos próximos e distantes. Alguns pacientes podem desenvolver visão dupla ou percepção múltipla de um único objeto. Outros casos revelam fotofobia e necessidade de apertar os olhos em ambientes muito iluminados ou em volta de uma fonte luminosa. Em mais de 90% dos casos, o ceratocone afeta ambos os olhos. Geralmente, porém, um dos olhos é mais prejudicado do que o outro. Outro sinal importante é a coceira. Ela surge em cerca de 20% dos pacientes.

Confira o vídeo seguinte, com dicas preciosas do Dr. Marcelo Vilar a respeito do ceratocone:

As maiores dúvidas sobre o ceratocone.

As maiores dúvidas sobre o ceratocone.

Quem acompanha o conteúdo deste blog já ouviu falar muito sobre ceratocone [marcar post]. Nesta patologia, a curvatura da córnea é modificada, provocando uma perda de qualidade visual significativa. Na Clínica de Olhos de Curitiba, onde o Dr. Marcelo Vilar atende seus pacientes, são realizados três tipos de tratamento cirúrgico para correção do problema diagnosticado: crosslinking, implante de Anel de Ferrara e transplante de córnea.

Diferentemente de outras doenças oftalmológicas mais “populares” como a catarata ou o olho seco, o ceratone ainda desperta uma série de indagações, dúvidas e questionamentos. Hoje, vamos matar a sua curiosidade e desvendar as maiores dúvidas sobre esta enfermidade.

O que é ceratocone?

O ceratocone é uma doença não-inflamatória, bilateral e progressiva que afeta a curvatura da córnea e dificulta a função visual do paciente. Se não diagnosticada corretamente, pode ser confundida com astigmatismo irregular. Suas causas não foram desvendadas, mas é certo que fatores congênitos influenciam o seu aparecimento, assim como o hábito de coçar os olhos. Portanto, em caso de coceira frequente, evite esse procedimento e marque sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar.

O ceratocone pode me deixar cego?

É incomum, mas o ceratocone pode cegar uma pessoa. Isso só acontece nos casos em que a condição chegou a um ponto muito avançado sem nenhum acompanhamento médico. Em geral, a evolução não leva à cegueira completa, mas sim à chamada “cegueira legal”. Ela se caracteriza pela necessidade de uma pessoa ter assistência especial causada por deficiência visual. Existe uma taxa que mede a acuidade da visão e, no Brasil, o limite deste tipo de cegueira é 20/200.

Com o devido tratamento, o ceratocone não é causador de perda da visão. De modo geral, a doença aparece na adolescência e evolui até a pessoa completar 40 anos, quando tende à estabilização em um mesmo patamar. Portanto, o recomendado é o diagnóstico precoce do ceratocone. Quanto antes for confirmada a condição, maior a tendência de uma solução menos invasiva. Para os casos próximos à “cegueira legal”, apenas o transplante de córnea pode solucionar o problema.

Astigmatismo piora o quadro do ceratocone?

Essa pergunta ocorre com frequência aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar e o mais importante é entender que, na verdade, tratam-se de doenças diferentes. Como os sintomas são parecidos (visão borrada e distorcida, coceira no olho), muita gente acaba confundindo e pensando que uma enfermidade pode ter relação com a outra.

Pra deixar mais claro: o astigmatismo é uma refração da córnea ou do cristalino, onde um eixo fica mais curvo que o outro, resultando em foco incorreto, visão embaçada e desfocada tanto para perto ou para longe. Já o ceratocone é hereditário, progressivo e degenerativo, afetando o formato da córnea, deixando-a com um formato de cone. É isso que afeta a visão do paciente. A ocorrência é mais comum nos jovens e o transplante pode vir a ser necessário.

Quem tem ceratocone pode usar lentes de contato?

A resposta simples é “sim”. Alguns casos de ceratocone em estágio inicial podem ser tratados apenas com o uso de óculos. Com o grau correto, a visão volta a possuir nitidez e qualidade. Claro que esta recomendação só pode ser implementada com o acompanhamento de um médico especializado.

Voltando a abordar as lentes de contato, existem dois tipos que podem ser utilizadas no tratamento do ceratocone. As lentes rígidas (gás-permeáveis) evoluíram com a tecnologia e, desde que o paciente se adapte, podem resolver a questão da nitidez com perfeição. Pra isso, precisam ser bem adaptadas através da receita correta avaliada pelo especialista. As lentes gelatinosas também podem ser utilizadas, sejam as de desenho especial preexistentes no mercado ou as produzidas com exclusividade.

O primordial em todas essas questões é confiar no seu oftalmologista. Só ele terá condições de avaliar qual será o melhor procedimento para cada fase da doença. Faça seu exame preventivo com o Dr. Marcelo Vilar, oftalmologista especialista em ceratocone em Curitiba e cuide da saúde dos seus olhos. Fale conosco pelo telefone (41) 99616-9915 e agende uma consulta 🙂

Crosslinking: quem é o paciente ideal?

Cuidar da saúde ocular faz total diferença e impacta diretamente na qualidade de vida de qualquer ser humano. Casos de ceratocone, onde a curvatura da córnea é modificada, causando dificuldade visual, podem ser tratados de diferentes maneiras, sempre levando em conta o estágio de avanço da doença.

Aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar realizamos três principais tipos de tratamentos cirúrgicos: crosslinking, implante de Anel de Ferrara e transplante de córnea.

Quando atendemos pacientes que apresentam o ceratocone, muitos deles se perguntam sobre qual a melhor opção de tratamento para o seu caso e como fazer essa escolha. A verdade é que cada caso precisa ser analisado separadamente, com o auxílio de um oftalmologista especializado durante as consultas médicas, porém, existem algumas indicações de tratamento de acordo com o avanço do ceratocone.

Nós da equipe do Dr. Marcelo Vilar, produzimos este conteúdo para falar mais sobre o procedimento de crosslinking e quais são os pacientes que podem considerar este tratamento como o ideal para o seu caso.

Continue lendo e confira mais detalhes sobre ceratocone, crosslinking e perfil do paciente ideal. 😉

O que é ceratocone?

O ceratocone é uma doença não-inflamatória, bilateral e progressiva, onde seu avanço afeta o formato da curvatura da córnea, causando dificuldade visual no paciente.

As causas do ceratocone ainda são desconhecidas, mas pesquisas apontam que fatores genéticos e o hábito de coçar os olhos com frequência influenciam no desenvolvimento da doença.

O afinamento e enfraquecimento da córnea possibilita sua deformação, evoluindo pouco a pouco para um padrão mais cônico. Essa mudança no formato altera a maneira como a luz adentra os olhos e forma a imagem, causando dificuldades visuais progressivas, normalmente se apresentando com evolução constante de grau.

Para diagnosticar o ceratocone é preciso consultar com um oftalmologista especialista na doença e realizar exames para comprovar o caso clínico, como a topografia corneana.

Como funciona o Crosslinking?

O Crosslinking é um procedimento cirúrgico que pode ser utilizado para tratamento do ceratocone. Além dele, é possível utilizar óculos e lentes de contato, implante de Anel de Ferrara ou então transplante de córnea, tudo dependendo do grau de avanço do ceratocone.

No caso do Crosslinking o procedimento deve ser realizado por um médico oftalmologista especializado e licenciado, em centro cirúrgico. O tratamento se inicia com a aplicação de anestesia tópica, em formato de colírio, seguido da remoção do epitélio da córnea – células da superfície corneana que regeneram posteriormente.

A remoção do epitélio é fundamental para que a ocorra a penetração da Riboflavina (Vitamina B2) na córnea – aplicada em gotas. Procede-se com a aplicação da luz UV-A por 30 minutos.

Esse procedimento tem como objetivo reforçar a estrutura da córnea, impedindo que a alteração do seu formato continue acontecendo e não como um tratamento definitivo do ceratocone.

Crosslinking: pacientes ideais

Os pacientes ideais para a realização de tratamento de Crosslinking são aqueles que apresentam ceratocone em estágio leve ou mediano, pois estes apresentam maiores chances de impedir o desenvolvimento da doença e em alguns casos até regredir levemente o ceratocone.

A espessura da córnea é outro fator que influencia na possibilidade de realizar o Crosslinking para tratamento da doença. Em linhas gerais, a espessura corneana deve ser igual ou superior a 400 micra, o que corresponde a 400 milésimos de milímetros, pois assim é possível garantir a proteção e manutenção do endotélio íntegro após o procedimento.

A curvatura da córnea deve ser menor do que 70 diptrias e é recomendado que não haja cicatrizes corneanas. Gestantes não devem realizar o procedimento.

Cuide da saúde dos seus olhos, agende sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar, oftalmologista especialista em ceratocone em Curitiba e entenda se o seu caso pode ser tratado com o Crosslinking. Fale conosco pelo telefone (41)99616-9915 🙂

Cirurgias de ceratocone: quais são os tipos

Cirurgias de ceratocone: quais são os tipos

O ceratocone é uma doença não-inflamatória, progressiva e bilateral dos olhos. Nela, o formato da córnea é afetado, adotando um formato cônico conforme o tempo vai passando.

Essa deformação da córnea afeta a qualidade visual do paciente, tornando as imagens distorcidas ao passar pela córnea, o que provoca alterações na visão das pessoas com ceratocone. Essas alterações podem ser lidas como miopia e astigmatismo se não tiverem uma análise de um profissional especialista.

Com o passar dos anos, o ceratocone, que era uma doença pouco falada e também pouco compreendida, vem ocupando um local cada vez maior na discussão da saúde ocular, inclusive com novas pesquisas sendo realizadas com certa constância.

Neste cenário, é preciso compreender como funciona a doença, mas também quais são os tratamentos possíveis para ela. Por isso, nós, da equipe do Dr. Marcelo Vilar produzimos este conteúdo para que você possa compreender com mais detalhes quais são suas opções.

O ceratocone

Como já foi dito, o ceratocone é uma doença progressiva e bilateral. No começo de seu aparecimento não apresenta sintomas. Porém, com o passar do tempo, a troca constante do grau refrativo pode ser um sinal de ceratocone.

Para obter um diagnóstico correto do seu problema ocular, é necessário que sejam realizados exames mais específicos, como topografia e tomografia de córnea. Esses exames serão utilizados para identificar o grau de curvatura da sua córnea e também onde é o ponto de maior pico.

Tratamentos para casos de ceratocone

O tratamento ideal para cada caso de ceratocone dependerá muito do estágio da doença em cada paciente. Em casos mais leves, iniciais, apenas o uso de óculos e lentes de contato podem ajudar.

Porém, em casos medianos ou mais avançados, procedimentos cirúrgicos são necessários. Para estes casos, o crosslinking da córnea, implante de Anel de Ferrara e até mesmo o transplante de córnea são opções de tratamento.

A escolha do tratamento ideal para cada caso deve ser feito com o acompanhamento de um especialista em ceratocone, para que haja mais segurança e assertividade no resultado.

Crosslinking da córnea

O crosslinking é um procedimento cirúrgico realizado para aumentar a rigidez da córnea, impedindo que o ceratocone continue progredindo. Apesar de muito útil, é importante falar que este tratamento é utilizado principalmente para impedir a evolução da doença, e não para curá-la permanentemente.

No crosslinking o tratamento se inicia pela anestesia, aplicada por meio de colírio. É removido o epitélio da córnea (células da superfície corneana que se regeneram após o procedimento) para que seja possível a penetração da Riboflavina (Vitamina B2) na córnea.

A Riboflavina é aplicada com o intuito de aumentar a rigidez da córnea, e após esta etapa de colocação da Vitamina B2, que é em formato de colírio também, é aplicado uma luz UV-A por 30 minutos.

Cirurgias de ceratocone: quais são os tipos - Imagem 1 | Marcelo Vilar

O procedimento como um todo dura cerca de 1 hora e termina com a colocação de uma lente de contato terapêutica que funcionará como um curativo enquanto o epitélio faz sua cicatrização.

Implante de Anel de Ferrara

O implante de Anel de Ferrara é outro procedimento cirúrgico, no qual é colocado anéis, que são segmentos semicirculares, de espessuras variáveis para cada caso, com 5mm de diâmetro.

Este procedimento é indicado principalmente aos portadores de ceratocone, pois é capaz de controlar o desenvolvimento da doença ao impedir que a córnea continue a alterar sua curvatura.

Cirurgias de ceratocone: quais são os tipos - Imagem 2 | Marcelo Vilar

Assim como o procedimento de crosslinking, o Anel de Ferrara também é uma cirurgia que é utilizada para frear a evolução do ceratocone, e não para curar a doença.

Transplante de córnea

Já o transplante de córnea aparece ainda hoje como a única opção de procedimento cirúrgico capaz de solucionar casos de ceratocone. Nele, a córnea afetada pela doença é retirada, e é colocada uma nova córnea em seu lugar.

Este procedimento cirúrgico depende de um doador de córnea, e todo o procedimento deve ser realizado por um profissional especialista, evitando complicações no processo.

Quanto maior a técnica e melhor a córnea doadora tenha sido preparada no Banco de Órgãos, melhor será o resultado do procedimento.

Cirurgias de ceratocone: quais são os tipos - Imagem 3 | Marcelo Vilar

Este é o único procedimento capaz de solucionar permanentemente casos de ceratocone. Muitos pacientes hesitam em optar por esta solução, por se tratar de uma cirurgia um pouco maior e mais delicada, porém, se realizada com o especialista em transplante de córnea correto, nada se deve temer.

Conte com um oftalmologista experiente e de sua confiança. Fale conosco pelo WhatsApp (41)99616-9915 e agende sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar 😉

Ceratocone: conheça a prevenção e tratamento

Ceratocone: conheça a prevenção e tratamento

O ceratocone é uma doença que altera o formato natural da córnea, evoluindo para uma forma mais cônica, o que acaba dificultando a visão e afetando a saúde ocular do paciente.

Muitos de nossos atendimentos no consultório do Dr. Marcelo Vilar são de pacientes que apresentam ceratocone e não compreendem muito bem como a doença funciona, como ela evolui e quais são os tratamentos possíveis.

Sendo uma doença progressiva e geralmente bilateral – atingindo ambos os olhos -, o ceratocone dificulta a visão, tornando difícil tanto a visão de perto quanto de longe. Por apresentar sintomas muito similares com os que acontecem em casos de erros refrativos simples, muitas pessoas demoram a identificar o ceratocone.

Para te ajudar nesse processo de prevenção e entendimento dos possíveis tratamentos, nós, da equipe do Dr. Marcelo Vilar produzimos esse conteúdo com tópicos simples e um vídeo que irá te ajudar a compreender todos os pontos. Confira!

O ceratocone

Como abordado acima, o ceratocone é uma doença bilateral progressiva, onde o formato da córnea é modificado, dificultando a visão de diferentes maneiras.

Nesta doença existem diferentes níveis de dificuldade visual, e isso se dá de acordo com a evolução da própria doença. Quanto mais cônico o formato da córnea, mais dificuldade o paciente apresentará para enxergar.

Causas do ceratocone

Quando se trata das causas do ceratocone, nenhuma pesquisa conseguiu definir com 100% de assertividade o que causa a doença ocular.

O fator genético é um dos envolvidos na ocorrência do ceratocone, assim como o hábito de coçar os olhos frequentemente também já foi e ainda é associado ao surgimento e evolução do ceratocone.

Acredita-se que forçar demasiadamente os olhos e os coçar com frequência é capaz de alterar o formato da córnea pouco a pouco, já que essas ações forçam os olhos e podem irritar a córnea e outras estruturas dos olhos.

Prevenção do ceratocone

Algumas das ações defendidas para prevenir o aparecimento e evolução do ceratocone é evitar coçar os olhos e evitar forçar a visão por tempo demasiadamente longo em computadores, celulares, televisões e outros.

Porém, o mais indicado para esse e outros tipos de doenças e problemas oculares é manter as consultas a um oftalmologista em dia e com a frequência correta. Assim, a qualquer sinal de modificação de grau ou qualquer outra anormalidade será identificada por profissionais especializados como o Dr. Marcelo Vilar para encontrar a melhor solução para o seu caso.

Tratamentos para o ceratocone

Os tratamentos possíveis para o ceratocone dependem diretamente do avanço da doença em cada paciente.

Em casos iniciais, onde o ceratocone é leve, utilizar óculos e lentes de contato especiais podem representar uma solução temporária para o problema. Já em casos com ceratocone com nível mediano de avanço, é possível realizar procedimentos como o crosslinking, onde é aplicada riboflavina (vitamina B2) nos olhos, seguido por aplicação de raio UV para fortalecer as moléculas de colágeno, evitando que a córnea continue se curvando.

O implante de anel intraestromal também é possível, e funciona com a colocação de dois arcos de polimetil metacrilato com o auxílio do equipamento FEMTOSECONDLASER, com a intenção de alterar a curvatura da córnea para um formato mais circular.

Em casos mais avançados, onde os procedimentos já não serão mais tão efetivos, é possível ainda fazer um transplante de córnea.

Aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar, realizamos todos os procedimentos citados e já na consulta o Dr. Marcelo Vilar analisa qual a melhor opção de tratamento para cada caso e quais serão os próximos passos.

Confira o vídeo abaixo para entender mais detalhes sobre o ceratocone:

Agende sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar e cuide da saúde de seus olhos com um profissional capacitado e experiente. Ligue para os telefones (41)3310-4225, (41)3310-4202, (41)3310-4277 ou fale conosco pelo telefone (41)99616-9915.

É de Curitiba? Nos visite no endereço Rua Coronel Dulcídio, 199 – 5º Andar, no bairro Batel.

Crosslinking: cirurgia e técnicas

Crosslinking: cirurgia e técnicas

Os questionamentos sobre o que é e para que serve o crosslinking não são poucos. Afinal, não é um nome que permite uma dedução simples e não dá pistas nem mesmo sobre que área de conhecimento se trata e nem como a técnica é realizada.
Muitos pacientes chegam no consultório do Dr. Marcelo Vilar sem entender nem mesmo sobre o que é o ceratocone – doença que pode ser tratada pelo crosslinking. Compreender o tratamento de algo que nem se conhece é natural, e no caso do ceratocone, quando um paciente pesquisa pelos possíveis tratamentos, com diversos nomes difíceis, é possível que não entenda do que se trata cada um dos procedimentos.
Para auxiliar nesse processo de conhecimento, nós da equipe do Dr. Marcelo Vilar produzimos este conteúdo para levar informações sobre o Crosslinking de maneira que você entenda com mais facilidade. Confira nosso conteúdo!

O tratamento para o ceratocone

O ceratocone é uma doença que normalmente atinge os dois olhos, não necessariamente da mesma maneira e faz uma mutação no formato da córnea, a deixando como uma espécie de cone.
Para esta doença existem vários tipos de tratamento, desde óculos e lentes de contato rígidas em casos mais leves, ou o uso da técnica de crosslinking e de anel intra-estromal em casos leves ou moderados, ou, em casos muito avançados, o transplante de córnea.
Todos os tratamentos buscam reestabelecer o formato natural da córnea, para que a mutação não atrapalhe a visão do paciente. E a escolha do tratamento adequado depende diretamente do diagnóstico e indicação de um oftalmologista especialista.

O que é o crosslinking

O crosslinking é um método cirúrgico para tratamento do ceratocone. Foi desenvolvido para aumentar a resistência corneana, com o principal objetivo de minimizar a progressão da doença, retardar e até evitar um futuro transplante de córnea.
O tratamento foi idealizado em 1990, na Alemanha, e foi internacionalmente denominado de CXL (Corneal Cross-Link). No crosslinking o procedimento ocorre após a aplicação de um colírio anestésico no olho. Na segunda etapa, é aplicado outro colírio nos olhos, a riboflavina (vitamina B2) e ainda com o líquido nos olhos é aplicado uma luz UV-A por cerca de 30 minutos.
Esse processo é utilizado para fortalecer e aumentar a rigidez da estrutura corneana, impedindo que a curvatura causada pelo ceratocone avance. A riboflavina em conjunto com a radiação ultravioleta fortalece as fibras de colágeno, que são as pontes de sustentação da córnea.
Esta técnica é minimamente invasiva, e tem duração de aproximadamente uma hora. O paciente pode ser dispensado imediatamente, sem necessidade de jejum ou internação.

Indicações para crosslinking

Este tipo de tratamento é indicado principalmente em casos em que o ceratocone está em seus estágios iniciais, em pacientes mais jovens, período onde normalmente começa a se desenvolver a doença. Pessoas que ainda estão no processo de progressão do ceratocone são as mais beneficiadas com o crosslinking, porém, os últimos estudos têm comprovado a existência de benefícios também em estágios avançados de ceratocone.
Estima-se que mais de 500 mil pacientes já se beneficiaram com o tratamento pelo crosslinking no mundo. Após o procedimento, diversos pacientes conseguem manter o estágio do seu ceratocone ainda no início, evitando sua evolução, e consequentemente, poupando a necessidade de realizar o transplante de córnea.

Pós-procedimento do crosslinking

O procedimento em si é muito rápido, e é possível que os pacientes que realizem o tratamento de crosslinking voltem às atividades normais de seu dia a dia com rapidez. Os riscos de complicações em procedimentos de crosslinking são mínimos, mas mesmo assim podem ocorrer.
Irritação nos olhos, vermelhidão ocular e lacrimejamento são alguns sintomas temporários que podem aparecer e são completamente normais. É importante que você sempre lembre que coçar o olho não é nada indicado, em nenhuma situação, ainda mais após um procedimento nos olhos.
Encontrar um oftalmologista especialista e em quem você confia é essencial e auxilia muito no processo de realização dos procedimentos da saúde ocular. O Dr. Marcelo Vilar possui muita experiência no tratamento de ceratocone com crosslinking e até em outros tratamentos como anel de ferrara e transplante de córnea.

Cuide da saúde de seus olhos, mantenha sua rotina de consultas com o oftalmologista em dia e fique atento a qualquer sinal diferente do normal em seus olhos. A melhor maneira de evitar doenças oculares e complicações desnecessárias é sempre consultar com especialistas de sua confiança.

O Dr. Marcelo Vilar é um médico especialista na saúde dos olhos, auxiliando diversos pacientes a deixar seus olhos em perfeito estado, realizando os tratamentos necessários para que cada paciente enxergue a vida como deve.
Agende já sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar. Ligue para os telefones (41)3310-4225, (41)3310-4202, (41)3310-4277 ou fale conosco pelo WhatsApp (41)99616-9915. É de Curitiba ou região metropolitana? Nos visite no endereço Rua Coronel Dulcídio, 199 – 5º Andar, no bairro Batel.

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