Marcelo Alves Vilar de Siqueira - Doctoralia.com.br
O Anel de Ferrara é o melhor tratamento para o ceratocone?

O Anel de Ferrara é o melhor tratamento para o ceratocone?

Geralmente, quando desenvolvemos algum conteúdo aqui no blog do Dr. Marcelo Vilar, deixamos a conclusão para o final. Hoje, faremos um pouco diferente. Porque a única resposta possível para o questionamento do título é “depende”. Isso porque cada caso de ceratocone ou de qualquer outra doença oftalmológica deve ser acompanhado de perto por um especialista. Desta forma, a decisão do “tratamento ideal” será resultado de um conjunto de exames, do diagnóstico, da evolução da doença e da decisão do paciente a partir de uma exposição clara e objetiva do médico a respeito de suas opções.

Portanto, o que propomos no blog desta semana é ajudar você a compreender melhor como essa doença evolui, relacionar os sintomas e tratamentos possíveis, além de explicar com mais profundidade o implante de anel intra-estromal de córnea, a cirurgia mais conhecida como Anel de Ferrara. Confira:

Estou com a vista embaçada para perto e para longe. É ceratocone?

Talvez. Mas também pode ser astigmatismo. Vamos entender as diferenças agora:

Principal causador de transplante de córnea no Brasil, o ceratocone é uma doença ocular não inflamatória, bilateral e progressiva do olho, que afeta o formato e da córnea, provocando a distorção na visão. Geralmente começa por volta dos 13 anos de idade e pode progredir até os 40. Manifesta-se igualmente em ambos os sexos na proporção de 1 para 20.000 pessoas. Quanto mais cônico o formato da córnea vai se tornando, mais dificuldade o paciente apresenta para enxergar. A única causa comprovada é o fator genético. Sabe-se também que o hábito de coçar os olhos contribui para sua evolução. Sintomas em comum com outros erros refrativos, especialmente a miopia e o astigmatismo, acabam dificultando seu diagnóstico precoce.

Já o astigmatismo é um defeito óptico resultante de uma curvatura desigual da córnea, do cristalino ou do globo ocular como um todo. Sua diferença principal em relação ao ceratocone é que não apresenta uma deformação progressiva da córnea para o formato de um cone. Além disso, a cirurgia de transplante de córnea nunca é indicada aos pacientes de astigmatismo, pois suas correções podem ser efetuadas através do uso de óculos, lentes ou cirurgia corretiva a laser.

Sintomas do ceratocone

Seu sintoma principal é visão borrada e distorcida para os focos próximos e distantes. Alguns pacientes podem desenvolver visão dupla ou percepção múltipla de um único objeto. Outros casos revelam fotofobia e necessidade de apertar os olhos em ambientes muito iluminados ou em volta de uma fonte luminosa. Em mais de 90% dos casos, o ceratocone afeta ambos os olhos. Geralmente, porém, um dos olhos é mais prejudicado do que o outro. Outro sinal importante é a coceira. Ela surge em cerca de 20% dos pacientes.

Confira o vídeo seguinte, com dicas preciosas do Dr. Marcelo Vilar a respeito do ceratocone:

As maiores dúvidas sobre o ceratocone.

As maiores dúvidas sobre o ceratocone.

Quem acompanha o conteúdo deste blog já ouviu falar muito sobre ceratocone [marcar post]. Nesta patologia, a curvatura da córnea é modificada, provocando uma perda de qualidade visual significativa. Na Clínica de Olhos de Curitiba, onde o Dr. Marcelo Vilar atende seus pacientes, são realizados três tipos de tratamento cirúrgico para correção do problema diagnosticado: crosslinking, implante de Anel de Ferrara e transplante de córnea.

Diferentemente de outras doenças oftalmológicas mais “populares” como a catarata ou o olho seco, o ceratone ainda desperta uma série de indagações, dúvidas e questionamentos. Hoje, vamos matar a sua curiosidade e desvendar as maiores dúvidas sobre esta enfermidade.

O que é ceratocone?

O ceratocone é uma doença não-inflamatória, bilateral e progressiva que afeta a curvatura da córnea e dificulta a função visual do paciente. Se não diagnosticada corretamente, pode ser confundida com astigmatismo irregular. Suas causas não foram desvendadas, mas é certo que fatores congênitos influenciam o seu aparecimento, assim como o hábito de coçar os olhos. Portanto, em caso de coceira frequente, evite esse procedimento e marque sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar.

O ceratocone pode me deixar cego?

É incomum, mas o ceratocone pode cegar uma pessoa. Isso só acontece nos casos em que a condição chegou a um ponto muito avançado sem nenhum acompanhamento médico. Em geral, a evolução não leva à cegueira completa, mas sim à chamada “cegueira legal”. Ela se caracteriza pela necessidade de uma pessoa ter assistência especial causada por deficiência visual. Existe uma taxa que mede a acuidade da visão e, no Brasil, o limite deste tipo de cegueira é 20/200.

Com o devido tratamento, o ceratocone não é causador de perda da visão. De modo geral, a doença aparece na adolescência e evolui até a pessoa completar 40 anos, quando tende à estabilização em um mesmo patamar. Portanto, o recomendado é o diagnóstico precoce do ceratocone. Quanto antes for confirmada a condição, maior a tendência de uma solução menos invasiva. Para os casos próximos à “cegueira legal”, apenas o transplante de córnea pode solucionar o problema.

Astigmatismo piora o quadro do ceratocone?

Essa pergunta ocorre com frequência aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar e o mais importante é entender que, na verdade, tratam-se de doenças diferentes. Como os sintomas são parecidos (visão borrada e distorcida, coceira no olho), muita gente acaba confundindo e pensando que uma enfermidade pode ter relação com a outra.

Pra deixar mais claro: o astigmatismo é uma refração da córnea ou do cristalino, onde um eixo fica mais curvo que o outro, resultando em foco incorreto, visão embaçada e desfocada tanto para perto ou para longe. Já o ceratocone é hereditário, progressivo e degenerativo, afetando o formato da córnea, deixando-a com um formato de cone. É isso que afeta a visão do paciente. A ocorrência é mais comum nos jovens e o transplante pode vir a ser necessário.

Quem tem ceratocone pode usar lentes de contato?

A resposta simples é “sim”. Alguns casos de ceratocone em estágio inicial podem ser tratados apenas com o uso de óculos. Com o grau correto, a visão volta a possuir nitidez e qualidade. Claro que esta recomendação só pode ser implementada com o acompanhamento de um médico especializado.

Voltando a abordar as lentes de contato, existem dois tipos que podem ser utilizadas no tratamento do ceratocone. As lentes rígidas (gás-permeáveis) evoluíram com a tecnologia e, desde que o paciente se adapte, podem resolver a questão da nitidez com perfeição. Pra isso, precisam ser bem adaptadas através da receita correta avaliada pelo especialista. As lentes gelatinosas também podem ser utilizadas, sejam as de desenho especial preexistentes no mercado ou as produzidas com exclusividade.

O primordial em todas essas questões é confiar no seu oftalmologista. Só ele terá condições de avaliar qual será o melhor procedimento para cada fase da doença. Faça seu exame preventivo com o Dr. Marcelo Vilar, oftalmologista especialista em ceratocone em Curitiba e cuide da saúde dos seus olhos. Fale conosco pelo telefone (41) 99616-9915 e agende uma consulta 🙂

Quais são os fatores de risco para desenvolver catarata?

Quais são os fatores de risco para desenvolver catarata?

O sintoma principal você já conhece: a catarata, deixa a visão embaçada, dificultando tarefas simples do dia a dia como ler, perceber a expressão das pessoas ou dirigir. Esse processo da perda da transparência do cristalino pode ter causas diversas, tema que iremos abordar hoje neste espaço. Independentemente do fator causador do problema, lembre-se que você sempre pode contar com o tratamento prestado pelo Dr. Marcelo Vilar, oftalmologista em Curitiba, especialista em cirurgias de correção desse problema que acomete milhões de pessoas e é a principal causa de cegueira em todo o mundo.

Vamos então conhecer quais são os fatores de risco para desenvolver catarata?.

Idade

Infelizmente o envelhecimento acaba trazendo diversos problemas de saúde e a catarata é um deles. É uma realidade da qual ninguém consegue escapar, portanto preste atenção nos próximos itens. São eles que podem contribuir com a sua qualidade de vida ao passar dos anos.

Catarata | Marcelo Vilar

Diabetes

Cuidar da saúde é um dever de todos, mas para quem tem diabetes, a atenção deve ser redobrada. Os olhos são um dos órgãos afetados pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue. Quando a taxa está descontrolada, são provocadas alterações na córnea que podem resultar no surgimento da catarata.

Beber álcool exageradamente

Não são somente os olhos que sofrem com o consumo exagerado de álcool. Os sistemas digestivo, circulatório e nervoso também são muito afetados. Além de prazeroso, o uso moderado de bebidas alcóolicas pode até fazer bem à saúde, como já foi demonstrado em pesquisas sobre o vinho, por exemplo. Por isso, se você é consumidor deste tipo de bebida, tome cuidado, preste atenção nos primeiros sinais de consumo descontrolado e, caso você tenha problemas, procure ajuda. A sua saúde, inclusive a ocular, agradece.

Sedentarismo e obesidade

Dois fatores que estão relacionados e influenciam na possibilidade de você desenvolver não somente catarata, mas também centenas de outras doenças. Nós da equipe do Dr. Marcelo Vilar incentivamos muito a prática de exercícios físicos. Um pouquinho por dia da sua atividade favorita faz uma diferença enorme na sua qualidade de vida. Viva com mais disposição, alegria e brilho nos olhos.

Exposição excessiva ao sol

Neste caso, a vilã é a radiação ultravioleta. Vários casos de catarata são causados pela superexposição aos raios UV. Tome cuidado e não abuse da luz solar entre 10h e 16h, assim como só frequente solários ou cabines bronzeamento com óculos de proteção adequado.


Pressão arterial elevada

A córnea é muito afetada pela pressão alta, um mal que muitas vezes acaba causando também o aumento da pressão intraocular. Sua manutenção constante é importante porque influencia na circulação do humor aquoso, um líquido que mantém a temperatura interna do olho e a tensão ocular, além de nutrir a córnea. Ou seja, a saúde ocular é diretamente proporcional ao controle da pressão arterial.

Tabagismo

É consenso: o cigarro traz consequências devastadoras para o corpo humano. São centenas de substâncias tóxicas inaladas a cada tragada, circulando instantaneamente pelo corpo e chegando também aos seus olhos. Sabemos que não é fácil, mas procure ajuda e pare de fumar.


Histórico familiar (fatores genéticos)

Como o envelhecimento, não podemos controlar o fator genético. Quem nasce com uma pré-disposição à doença, terá mais chances de sofrer com a catarata em algum momento da vida. Essa herança é inevitável, mas diversos tratamentos cirúrgicos estão disponíveis, realizados sob anestesia local e liberação imediata do paciente logo após o procedimento.

Previna-se. Siga as dicas de saúde desta postagem e consulte o Dr. Marcelo Vilar, oftalmologista especialista em catarata em Curitiba periodicamente. Em caso de dúvida ou se quiser marcar uma consulta, fale conosco pelo telefone (41) 99616-9915 🙂

Entenda se o seu bebê pode ter catarata congênita.

Entenda se o seu bebê pode ter catarata congênita.

A gravidez é um momento especial na vida de todo casal e, especialmente, da mulher gestante. Mas também é um momento de diversas preocupações, principalmente aquelas relacionadas com a saúde do bebê.

No consultório do Dr. Marcelo Vilar, várias futuras mamães e muitos novos papais nos perguntam sobre a possibilidade do desenvolvimento da catarata em bebês recém-nascidos ou mesmo se é possível detectar este problema durante a gestação. Ainda não é possível realizar o diagnóstico antes do parto, mas logo após o nascimento, uma das primeiras características que é conferida é a opacidade do cristalino.

É consenso entre os especialistas que o momento ideal para intervir e remover cirurgicamente uma catarata congênita é entre a sexta semana de vida até os 3 meses de idade. Para isso, é recomendado que o casal faça o exame oftalmológico, também chamado de “teste do olhinho”, ainda na maternidade. Na rede pública, esse procedimento é atualmente obrigatório.

O que é a catarata congênita

Catarata congênita é uma turvação da lente natural do olho presente desde o nascimento. Dependendo do caso, sua remoção deve ser realizada por cirurgia enquanto o paciente ainda é bebê, prevenindo a possibilidade do desenvolvimento de ambliopia ou mesmo de uma cegueira. Muitas vezes, a densidade e a localização da opacidade não justificam uma intervenção cirúrgica. Como sempre repetimos neste espaço, cada caso é único e deve ser avaliado por um especialista, como o Dr. Marcelo Vilar, médico oftalmologista em Curitiba com uma bagagem de mais de 18 mil cirurgias realizadas em sua carreira.

Entenda se o seu bebê pode ter catarata congênita. | Jet Vap

Causas da catarata congênita

Existe uma grande incidência de pacientes em que o problema da catarata congênita acontece por fator genético. Mas suas causas são realmente diversas. Diabetes, reações a medicamentos, problemas metabólicos ou infecciosos durante a gestação, tudo isso pode servir para desencadear o problema na criança.

A catarata congênita também possui maiores chances de acometer o bebê quando a mãe sofre das seguintes doenças durante a gravidez: sífilis, herpes zoster ou simplex, varicela, sarampo, poliomielite, gripe, vírus Eppstein-Barr, toxoplasmose e, a causa mais comum, rubéola. Também alguns antibióticos usados no tratamento de gestantes foram identificados como fatores de causa da catarata congênita, como a tetraciclina, por exemplo.

Tipos de catarata congênita

A catarata congênita pode aparecer apenas no olho direito ou no esquerdo, mas geralmente (64% dos casos) ocorre em ambos os olhos.

Catarata cercúlea: identificadas por pequenos pontos azulados que aparecem na lente do olho. De origem genética, normalmente não provocam problemas para a visão.

Catarata nuclear: a mais comum, aparece no centro da lente ocular.

Catarata polar posterior: aparece na parte posterior da lente do olho e apresenta opacidade bem definida.

Catarata polar inferior: aparece na parte frontal da lente do olho e apresenta opacidade bem definida.</.

Tratamentos da catarata congênita

O tratamento da catarata congênita é sua remoção via cirurgia. É muito importante conversar com o seu oftalmologista para tirar qualquer dúvida que você tenha antes de seguir com o procedimento no seu bebê. Após a retirada de toda a catarata, pode ser implantada uma lente intraocular, que pode ser dobrável ou não-dobrável.

A inserção de lentes intraoculares, uso de óculos ou lentes de contato são indispensáveis para a correção da visão após a cirurgia de catarata. Caso contrário, a criança terá a sua visão comprometida e, consequentemente, também o seu desenvolvimento. A melhor opção entre as três apresentadas depende muito do caso específico e da idade da criança. Mais uma vez, a definição depende do consenso entre os pais e o especialista.

Nós da equipe do Dr. Marcelo Vilar desejamos um gestação cheia de saúde para você, mamãe, e o seu bebê.

Conheça 5 razões para investir de uma vez por todas na sua cirurgia refrativa.

Conheça 5 razões para investir de uma vez por todas na sua cirurgia refrativa.

Entre os vários possíveis problemas de visão, a miopia, o astigmatismo e a hipermetropia são os de maior ocorrência. O que eles têm em comum? São erros refrativos. Isso acontece quando a luz não chega com a devida nitidez na retina. Quando penetra no olho, a luminosidade atravessa diferentes estruturas do seu interior, até chegar na retina onde a imagem é formada. O erro de refração pode ser causado por uma série de fatores, como a opacidade interna, o tamanho ou irregularidades da córnea.

Resumidamente, na miopia o paciente enxerga bem de perto, mas tem dificuldade na visão para longe pela curvatura da córnea. A hipermetropia causa o efeito contrário, com boa visão para longe e ruim para perto. É comumente causada pelo comprimento excessivo do globo ocular. O astigmatismo complica a vida da pessoa ainda mais, pois afeta os dois pontos de visão, para longe e para perto, da mesma forma.

Para a resolução definitiva de qualquer um desses erros refrativos, nós da equipe do consultório do Dr. Marcelo Vilar, trazemos 5 motivos diferentes para ajudar você a perceber que as cirurgias podem ser uma ótima opção de tratamento, dependendo das características específicas do seu caso clínico.

Ah! Antes de conferir as dicas, clique no link abaixo e confira se você está apto a realizar uma cirurgia a laser.

Teste Virtual Cirurgia a Laser

1. Bye, bye, óculos. Adios, lentes de contato.

Vários pacientes de erros refrativos adaptam-se melhor aos óculos, enquanto outros preferem as lentes de contato. Opções no mercado não faltam, a evolução das lentes de todos os tipos é inegável, cada vez mais leves, finas e adaptáveis. Estão disponíveis nos mais variados materiais e a tecnologia proporciona soluções muito confortáveis aos mais diferentes perfis.

Porém, sabemos que o uso de óculos ou lentes de contato por erros refrativos é absolutamente compulsório. Portanto, a cirurgia refrativa é uma alternativa perfeita nos casos em que a pessoa já está com o grau estabilizado.

2. Segura, rápida e indolor.

A cirurgia refrativa pode ser realizada utilizando diferentes técnicas afim de solucionar os erros refrativos de cada paciente. No consultório do Dr. Marcelo Vilar, em Curitiba, é realizado uma série de exames para tomar a decisão de qual é a técnica ideal de cirurgia refrativa para cada caso. Algumas delas executadas em nossa clínica são a PRK (abreviação de Photorefractive Keratectomy) e a LASIK (abreviação do inglês de Laser in-Situ Keratomileusis).

Apesar de diferentes, ambos os procedimentos são realizados a laser. O resultado: total segurança e precisão microscópica. Além disso, as cirurgias não costumam durar mais do que 15 minutos, com aplicação de anestesia local em forma de colírio.

3. Técnicas cirúrgicas modernas, recuperação mais rápida.

Quando a técnica de cirurgia refrativa utilizada é a PRK, a visão costuma ficar relativamente embaçada por um período que varia de 6 a 15 dias, sendo comum um certo desconforto ocular, até que o epitélio cicatrize na área tratada. Nesta técnica são utilizadas lentes de contato como tratamento terapêutico por 5 ou 6 dias.

Nos casos em que o procedimento recomendado é o LASIK, a cirurgia é realizada nas camadas internas da córnea. O paciente vai para casa imediatamente após a cirurgia, usando apenas óculos escuros ou protetores de plástico transparente. Isso porque a cicatrização é mais rápida e a inflamação é menos intensa, com redução do desconforto pós-operatório. A recuperação visual acontece em apenas 24 horas. O tempo de aplicação do laser varia entre 10 e 20 segundos por olho, com potencial corretivo máximo de até 10 graus de miopia, 6 graus de hipermetropia e 7 graus de astigmatismo.

4. Manutenção permanente da sua saúde ocular.

Na maioria dos casos, os erros refrativos vão evoluindo de grau com o tempo. Isso significa a necessidade da troca constante da receita de lentes para óculos, investimento em novas armações ou lentes de contato.

As cirurgias refrativas apresentam altíssimos índices de sucesso, inclusive nos casos de pacientes não aptos à realização dos procedimentos a laser. É solução definitiva e não paliativa.

5. 18 mil cirurgias e contando…

Com especialidade em cirúrgica oftalmológica desde 2001 e fellow em cirurgia refrativa e catarata do Hospital de Olhos do Paraná, o Dr. Marcelo Vilar já realizou mais de 18 mil cirurgias refrativas, assim como de ceratocone, catarata, blefarite, olho seco, presbiopia e transplante de córnea, entre outras.

Se você sofre de de miopia, hipermetropia ou astigmatismo, agende sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar e cuide da saúde de seus olhos de forma definitiva. Basta ligar para (41) 99616-9915.

Crosslinking: quem é o paciente ideal?

Cuidar da saúde ocular faz total diferença e impacta diretamente na qualidade de vida de qualquer ser humano. Casos de ceratocone, onde a curvatura da córnea é modificada, causando dificuldade visual, podem ser tratados de diferentes maneiras, sempre levando em conta o estágio de avanço da doença.

Aqui no consultório do Dr. Marcelo Vilar realizamos três principais tipos de tratamentos cirúrgicos: crosslinking, implante de Anel de Ferrara e transplante de córnea.

Quando atendemos pacientes que apresentam o ceratocone, muitos deles se perguntam sobre qual a melhor opção de tratamento para o seu caso e como fazer essa escolha. A verdade é que cada caso precisa ser analisado separadamente, com o auxílio de um oftalmologista especializado durante as consultas médicas, porém, existem algumas indicações de tratamento de acordo com o avanço do ceratocone.

Nós da equipe do Dr. Marcelo Vilar, produzimos este conteúdo para falar mais sobre o procedimento de crosslinking e quais são os pacientes que podem considerar este tratamento como o ideal para o seu caso.

Continue lendo e confira mais detalhes sobre ceratocone, crosslinking e perfil do paciente ideal. 😉

O que é ceratocone?

O ceratocone é uma doença não-inflamatória, bilateral e progressiva, onde seu avanço afeta o formato da curvatura da córnea, causando dificuldade visual no paciente.

As causas do ceratocone ainda são desconhecidas, mas pesquisas apontam que fatores genéticos e o hábito de coçar os olhos com frequência influenciam no desenvolvimento da doença.

O afinamento e enfraquecimento da córnea possibilita sua deformação, evoluindo pouco a pouco para um padrão mais cônico. Essa mudança no formato altera a maneira como a luz adentra os olhos e forma a imagem, causando dificuldades visuais progressivas, normalmente se apresentando com evolução constante de grau.

Para diagnosticar o ceratocone é preciso consultar com um oftalmologista especialista na doença e realizar exames para comprovar o caso clínico, como a topografia corneana.

Como funciona o Crosslinking?

O Crosslinking é um procedimento cirúrgico que pode ser utilizado para tratamento do ceratocone. Além dele, é possível utilizar óculos e lentes de contato, implante de Anel de Ferrara ou então transplante de córnea, tudo dependendo do grau de avanço do ceratocone.

No caso do Crosslinking o procedimento deve ser realizado por um médico oftalmologista especializado e licenciado, em centro cirúrgico. O tratamento se inicia com a aplicação de anestesia tópica, em formato de colírio, seguido da remoção do epitélio da córnea – células da superfície corneana que regeneram posteriormente.

A remoção do epitélio é fundamental para que a ocorra a penetração da Riboflavina (Vitamina B2) na córnea – aplicada em gotas. Procede-se com a aplicação da luz UV-A por 30 minutos.

Esse procedimento tem como objetivo reforçar a estrutura da córnea, impedindo que a alteração do seu formato continue acontecendo e não como um tratamento definitivo do ceratocone.

Crosslinking: pacientes ideais

Os pacientes ideais para a realização de tratamento de Crosslinking são aqueles que apresentam ceratocone em estágio leve ou mediano, pois estes apresentam maiores chances de impedir o desenvolvimento da doença e em alguns casos até regredir levemente o ceratocone.

A espessura da córnea é outro fator que influencia na possibilidade de realizar o Crosslinking para tratamento da doença. Em linhas gerais, a espessura corneana deve ser igual ou superior a 400 micra, o que corresponde a 400 milésimos de milímetros, pois assim é possível garantir a proteção e manutenção do endotélio íntegro após o procedimento.

A curvatura da córnea deve ser menor do que 70 diptrias e é recomendado que não haja cicatrizes corneanas. Gestantes não devem realizar o procedimento.

Cuide da saúde dos seus olhos, agende sua consulta com o Dr. Marcelo Vilar, oftalmologista especialista em ceratocone em Curitiba e entenda se o seu caso pode ser tratado com o Crosslinking. Fale conosco pelo telefone (41)99616-9915 🙂

Abrir chat
Precisa de ajuda?
Olá, podemos ajudar?
Powered by